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Gerador de hashes

Gere hashes SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512.

O que são funções de hash criptográfico?

Uma função de hash criptográfico transforma qualquer entrada de dados (texto, ficheiro, binário) num valor de tamanho fixo — o "digest" ou hash. As propriedades essenciais são: determinismo (a mesma entrada produz sempre o mesmo hash), efeito avalanche (uma mudança mínima na entrada altera completamente o hash), e resistência a inversão (é computacionalmente inviável recuperar a entrada original a partir do hash).

Esta ferramenta usa a Web Crypto API nativa do browser — a mesma API usada em criptografia de nível profissional — para gerar hashes SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512 diretamente no seu dispositivo, sem enviar dados para servidores.

Algoritmos SHA disponíveis

SHA-1 (160 bits / 40 hex)

Obsoleto para uso de segurança. Vulnerável a ataques de colisão (SHAttered, 2017). Ainda encontrado em sistemas legados, Git e algumas assinaturas. Evite para novas aplicações.

SHA-256 (256 bits / 64 hex)

O standard atual para a maioria das aplicações de segurança. Usado em TLS, SSL, Bitcoin, DNSSEC, assinaturas de código e certificados modernos. Excelente equilíbrio segurança/performance.

SHA-384 (384 bits / 96 hex)

Versão truncada do SHA-512. Ligeiramente mais lento que o SHA-256 mas com maior margem de segurança. Usado em certificados TLS de alta segurança e aplicações governamentais.

SHA-512 (512 bits / 128 hex)

Máxima segurança da família SHA-2. Preferido para armazenamento de passwords (combinado com salt) e assinaturas de documentos onde a Performance não é crítica.

Casos de uso de hashes criptográficos

  • Verificação de integridade de ficheiros: compare o hash SHA-256 de um ficheiro descarregado com o hash oficial para confirmar que não foi alterado ou corrompido.
  • Armazenamento seguro de passwords: as passwords nunca devem ser guardadas em texto simples — use SHA-256/SHA-512 com salt. Para passwords em bases de dados, prefira bcrypt ou Argon2 que são mais resistentes a ataques de GPU.
  • Assinaturas digitais: o hash do documento é assinado digitalmente em vez do documento inteiro, tornando o processo eficiente independentemente do tamanho do ficheiro.
  • Cache busting em web apps: adicione o hash do ficheiro CSS/JS ao nome do ficheiro para garantir que os browsers carregam a versão mais recente após cada deploy.
  • ETags HTTP: hashes são usados como ETags para validação de cache eficiente — o servidor só envia o ficheiro completo se o hash mudou.

Perguntas frequentes sobre hash

SHA vs bcrypt/Argon2 — qual usar para passwords?

Para armazenamento de passwords em bases de dados, use sempre bcrypt, scrypt ou Argon2 — algoritmos deliberadamente lentos com salt incorporado, projetados especificamente para resistir a ataques de GPU. SHA puro é demasiado rápido e vulnerável para este fim.

É possível reverter ("quebrar") um hash SHA-256?

Matematicamente é considerado inviável para entradas de alta entropia. No entanto, para entradas previsíveis (passwords comuns, datas), ataques de rainbow table ou dicionário são possíveis. Por isso o salt é essencial ao usar hashes para passwords.

Dois ficheiros diferentes podem ter o mesmo hash?

Teoricamente sim (colisão hash), mas na prática é computacionalmente inviável para SHA-256 e superior. O SHA-1 tem colisões conhecidas documentadas. Para segurança, use sempre SHA-256 ou superior.

Como verificar a integridade de um download?

Após o download, gere o hash SHA-256 do ficheiro e compare com o hash publicado no site oficial. Em Linux/macOS use 'sha256sum ficheiro'. No Windows use 'Get-FileHash ficheiro -Algorithm SHA256' no PowerShell.

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